quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Conhecer " A origem " vale a pena!


Muitas vezes quando falamos sobre a origem das coisas, nem sempre surge o interesse, ou muitas vezes nem vale a pena saber sobre ela, mas quando falo  “ A origem “ me refiro ao novo filme de Cristopher Nolan, o mesmo diretor de "O cavaleiro das trevas". “ A origem”, que teve sua estreia  nesse ano de 2010, nos conta a história de Dom Cobb, um excelente ladrão, que é um expert na extração de informações do subconsciente humano durante o sono, através da “invasão” dos sonhos da pessoa. Devido sua eficiência nessa extração, ele se tornou peça fundamental no mundo da espionagem industrial, porém ao mesmo tempo se tornou um fugitivo internacional, tendo que abandonar tudo aquilo que tinha e amava.
                Cobb foi contratado por um grande empresário para realizar o roubo perfeito, com isso passou a desenvolver as estratégias certas para que tudo funcionasse, porém ao longo do filme vemos que mesmo com todo seu planejamento e preparo, ele é surpreendido pelo fato de seu inimigo não ser tão vulnerável quanto imaginava. Portanto o roubo que antes era  difícil, se tornou ainda mais difícil, o que leva à expectativa pelo desfecho final e destino de Dom.
                Para aquelas pessoas que gostam de um filme de ficção científica com uma pitada de suspense, este é o filme certo, mas ao contrário de muitos filmes de ficção cientifica em que ele só agrada aos fãs do gênero, este consegue agradar até mesmo aqueles que não gostam. Assim durante os 148 minutos de exibição, você com certeza irá mergulhar de cabeça na história, acompanhando-a como se estivesse junto ao Dom Cobb (Leonardo de Caprio). Mas se você é daquelas pessoas que amam ficar rindo e conversando durante a seção, esse é o filme errado, pois se não prestar atenção em cada informação que lhe é dada, não conseguirá entender os desfechos e as suas conseqüências. Em suma, “A origem” vale o seu dinheiro e o seu tempo e principalmente as discussões que certamente surgirão depois do filme.
Por: Thaís B.

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