domingo, 29 de agosto de 2010

Jornalista

     O mais antigo jornal que se tem notícia foi o Acta Diurna, que surgiu por volta de 59 a.C., a partir do desejo de Júlio Cesar de informar a população sobre fatos sociais e políticos ocorridos no Império.
     Atualmente quem segue carreira como jornalista pode trabalhar em jornais, revistas, televisão, rádio, websites, weblogs e assessorias de imprensa.
   Algumas qualificações para "se dar bem" são organização, boa escrita, disponibilidade para viajar para locais perigosos e em má condições, trabalhar à noite, lidar com prazos curtos.
      Para escrever uma boa reportagem se deve seguir as perguntas:  "O quê","Quem","Onde", "Quando","Porquê","Como". Normalmente são impessoais e usam linguagem padrão culta.
      Basicamente, as três funções fundamentais são a reportagem (coleta de informações), a redação (organização destas em texto) e a edição (seleção e hierarquização das informações no produto final).
Há também auxiliares como Colunista, Articulista e Comentarista e Ombudsman (recebe as críticas dos leitores)
       Os principais tipos de texto jornalístico são:
  •     Notícia - de carácter objetivo;
  •     Matéria - de descrição ou narrativa factual. Dividem-se em matérias "quentes" (sobre um fato do dia) e matérias "frias" (relevantes, mas não urgentes)  
  •     Entrevista - baseado nas declarações de um indivíduo;
  •     Opinião ou editorial - reflete a opinião do veículo de imprensa, de toda equipe;
  •     Artigo - geralmente escrito por colaboradores ou personalidades convidadas (não jornalistas)
  •     Crônica - texto que registra uma observação ou impressão sobre fatos cotidianos; pode narrar fatos em formato de ficção.
      Conforme disposto na Lei de Imprensa de 9 de fevereiro de 1967, o diploma de curso superior de Jornalismo foi obrigatório para o exercício da profissão, por força de lei, até a exigência ser extinta por determinação do Supremo Tribunal Federal em 2009.
      Há cerca de 120 cursos de graduação na área, formando quase 5.000 jornalistas a cada ano em todo o país. Muitos sindicatos brasileiros reclamam que o excesso de mão-de-obra disponível provoca a desvalorização dos salários da categoria. O piso salarial é de cerca de R$2000,00.

                            De: Susanna

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